O Banco do Brasil (BBAS3) amanheceu com boas notícias para seus acionistas. A instituição financeira anunciou que vai turbinar o *payout* para 30% em 2026, distribuindo a grana via Juros Sobre Capital Próprio (JCP) e/ou dividendos. É como se o banco estivesse dizendo: "Ei, investidor, confia em mim que vou te dar um bom retorno!"

A ideia é que essa grana pingue na conta dos investidores em oito parcelas: quatro adiantamentos ao longo dos trimestres e mais quatro complementos depois que cada trimestre fechar a conta. Uma forma de manter a galera sempre feliz e reinvestindo.

Nem tudo são flores: Santander joga um balde de água fria

Só que nem tudo são flores no jardim do BBAS3. O Santander, conhecido por suas análises detalhadas, jogou um balde de água fria no otimismo generalizado. Em um relatório, o banco espanhol alertou para uma certa "complacência" do mercado em relação ao Banco do Brasil. Em bom português, seria algo como: "Calma, galera, não se empolguem tanto!".

O que o Santander quis dizer com isso? Basicamente, que o mercado pode estar colocando expectativas altas demais no BBAS3, sem considerar todos os riscos e desafios que o banco ainda enfrenta. É como focar em um único investimento esperando um grande retorno, ignorando que outras oportunidades podem ser mais seguras e rentáveis.

Oportunidades "fora do radar": onde o Santander está de olho

Para quem está procurando alternativas, o Santander listou algumas ações “fora do consenso” que podem ser boas pedidas. São empresas que, segundo o banco, o mercado não está olhando com a devida atenção. Eles dividiram essas ações em três categorias:

  • Empresas com pouca exposição dos investidores;
  • Histórias de fluxo de caixa mal precificadas;
  • Empresas pouco acompanhadas.

Na primeira categoria, o Santander destacou a Orizon (ORVR3), Suzano (SUZB3) e Totvs (TOTS3). No caso da Totvs, por exemplo, o banco acredita que a empresa está performando melhor do que o mercado imagina. Muita gente ainda acha que a ação é cara e o negócio já está maduro, mas a Totvs continua crescendo, aumentando suas margens e reinvestindo de forma eficiente. Para o Santander, a compra da Linx pode destravar ainda mais valor.

E o setor naval? Uma onda de oportunidades à vista

Apesar de não estar na lista do Santander, outro setor que merece atenção é o naval. Com a retomada da Petrobras e os investimentos em exploração de petróleo e gás, os estaleiros e as empresas de embarcações estão voltando a respirar. O setor está se recuperando após um período de dificuldades e projeta um crescimento significativo.

Afinal, para tirar petróleo do fundo do mar, é preciso navios, plataformas e toda uma infraestrutura. E quem fornece tudo isso? Justamente as empresas do setor naval. Então, vale a pena ficar de olho nas empresas que atuam nesse ramo, porque elas podem se beneficiar desse novo ciclo de investimentos.

Bolsa 24h: NYSE quer tokenizar ações e ETFs

E por falar em futuro, a Bolsa de Valores de Nova York (NYSE) quer entrar de vez na era digital. A ideia é criar uma plataforma para negociar ações e ETFs tokenizados 24 horas por dia, 7 dias por semana. É como se a bolsa nunca mais dormisse, permitindo que os investidores negociem seus ativos a qualquer hora e de qualquer lugar.

A plataforma usaria tecnologia blockchain para garantir a segurança e a rapidez das transações. Seria como ter um cartório digital, onde todas as negociações são registradas de forma transparente e imutável. Ainda não se sabe quando essa plataforma vai sair do papel, mas a iniciativa mostra que o mercado financeiro está cada vez mais aberto à inovação.

No fim das contas, o importante é diversificar os investimentos e não colocar todos os ovos na mesma cesta. Analisar as diferentes oportunidades, considerar os riscos e tomar decisões com base em informações sólidas. E, claro, contar com um bom jornalista para te manter sempre bem informado sobre o que está rolando no mundo dos investimentos.