Bom dia, investidor! Quinta-feira com o mercado B3 a todo vapor e, como sempre, as empresas não param de se mexer. Vamos direto ao ponto, com três notícias corporativas que merecem sua atenção nesta manhã.

Cemig assume o controle total da hidrelétrica Pipoca

A Cemig (CMIG4) acaba de abocanhar a fatia restante da Hidrelétrica Pipoca, em Minas Gerais. A empresa exerceu seu direito de preferência e vai pagar R$ 36,3 milhões para ficar com os 51% que pertenciam à Serena Energia. Com isso, a Cemig passa a ser dona de 100% da PCH Pipoca, que tem 20 megawatts (MW) de potência instalada. É como adquirir uma fazenda inteira para garantir a colheita completa.

A aquisição ainda depende do aval do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) e da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), mas, a princípio, não deve haver maiores obstáculos. Para a Cemig, a jogada faz todo o sentido estratégico, reforçando sua posição no setor de energia em Minas Gerais. Resta saber se essa "pipoca" vai render bons frutos no futuro.

Dexco (DXCO3) levanta R$ 1,6 bilhão com título rural

A Dexco (DXCO3), dona das marcas Duratex, Deca e Portinari, captou R$ 1,6 bilhão com a emissão de Cédulas de Produto Rural (CPR-Fs) pela sua subsidiária Duratex Florestal. Esses títulos, atrelados à produção agropecuária, são uma forma de as empresas do setor financiarem suas atividades. É como se a Dexco estivesse trocando a colheita futura por dinheiro agora.

A emissão, segundo a empresa, faz parte de uma estratégia para otimizar seu endividamento, alongando prazos e buscando custos mais baixos. Os títulos vencem em até 8 anos e pagam 100% do CDI, o que os torna atrativos para investidores em renda fixa. Afinal, quem não gosta de uma boa taxa atrelada ao CDI, não é mesmo?

TIM (TIMS3) fecha acordo com American Tower

A TIM (TIMS3) e a American Tower do Brasil (ATC) acabam de selar um novo acordo estratégico que vai mexer com a infraestrutura da telefonia. A TIM consolidou todos os contratos anteriores em um só, unificando a vigência até 2034. Isso envolve cerca de 9.000 torres, o que representa quase um terço de toda a infraestrutura da TIM.

A empresa alega que a medida simplifica a gestão e aumenta a eficiência do seu parque de infraestrutura. É como organizar a casa: juntar tudo em um só lugar para facilitar a vida. Resta ver se essa organização vai se traduzir em melhores serviços e mais lucro para a TIM.

E a Petrobras?

A Petrobras (PETR4), por sua vez, segue no radar dos investidores, principalmente após recentes movimentações técnicas que indicam potencial de alta. Olho vivo! O mercado está de olho nos próximos capítulos dessa novela.

No mais, fiquem de olho nas notícias corporativas, pois elas podem influenciar diretamente o desempenho das ações na bolsa. Bons negócios e até a próxima!