Bom dia, investidores! A sexta-feira amanhece com o dólar balançando e o ouro brilhando forte. A pergunta que não quer calar é: como essa dança das moedas e metais vai influenciar a nossa B3, que abre as portas daqui a pouco?

Dólar em modo tobogã: R$ 5,28 e contando?

Ontem, a moeda americana fechou na casa dos R$ 5,28, o menor patamar desde novembro do ano passado. E não foi um soluço, foi uma queda consistente! O que está por trás disso? Aparentemente, o mercado está respirando mais aliviado com a diminuição das tensões geopolíticas. Aquela história de usar a força para “conquistar” a Groenlândia, pelo visto, ficou para trás, e Donald Trump parece estar adotando um tom mais ameno. E, como a gente sabe, o mercado adora um ambiente de paz e amor (ou, pelo menos, de menos guerra).

Além disso, a busca por ativos de risco parece ter ganhado força, impulsionando moedas de países emergentes como o Brasil. É como se os investidores estivessem tirando a grana da poupança e colocando em investimentos mais arriscados, mas com potencial de retorno maior. Faz sentido, né?

E por falar em risco, vale lembrar que o Banco Central tem ficado de olho nessa volatilidade cambial. Não duvido que tenhamos novidades em breve para tentar dar uma acalmada nos ânimos. Afinal, ninguém quer ver o real dando cambalhotas sem parar.

Ouro brilha mais forte com dólar fraco

Enquanto o dólar perde força, o ouro está surfando na onda contrária. O metal precioso atingiu um novo recorde, flertando com os US$ 5.000 por onça. E não para por aí: prata e platina também estão nas máximas históricas. Qual o segredo desse brilho todo? A desvalorização do dólar, claro, mas também as incertezas políticas e econômicas globais. O ouro, como um bom porto seguro, atrai investidores em tempos turbulentos.

O que esperar da B3?

Com esse cenário internacional, a B3 deve abrir com um clima de expectativa. Os investidores estarão de olho no câmbio, claro, mas também nas notícias corporativas e nos indicadores econômicos que saírem hoje. Será que o Ibovespa vai pegar carona no otimismo global ou teremos um dia de cautela? As próximas horas dirão.

E por falar em cautela, vale lembrar que investir em renda variável exige sangue frio e planejamento. Não se deixe levar pela emoção do momento e faça suas escolhas com base em análises e estratégias consistentes. Afinal, o mercado financeiro é como um jogo de xadrez: exige paciência, estratégia e, às vezes, um pouco de sorte.

De olho nos futuros

Os contratos futuros, como sempre, dão uma prévia do que pode acontecer na abertura. Fique de olho neles para ter uma ideia do humor do mercado. Mas lembre-se: futuro é futuro, e presente é presente. As coisas podem mudar rapidamente, então, mantenha a atenção redobrada.

Ásia e Europa: um termômetro global

Na Ásia, os mercados fecharam com resultados mistos, enquanto na Europa o dia começou com um tom mais positivo. Wall Street também deve seguir essa linha, pelo menos por enquanto. Esses indicadores servem como um termômetro global, ajudando a entender o sentimento dos investidores em relação ao risco.

E aí, preparados para mais um dia de emoções no mercado financeiro? Eu, Lucas Mendonça, estarei de olho em tudo e trago as principais notícias e análises ao longo do dia. Fiquem ligados!